Replace na Mídia

imprimir | voltar   

Riscos de forte elevação nos custos condominiais

Edição 218 do Síndico News - 05/09/2009

 

Não bastasse a permanente elevação dos custos condominiais acima dos índices da inflação; não bastasse o aumento da inadimplência e a falta de ferramentas jurídicas eficientes para combatê-la; não bastasse o aumento do dissídio da categoria dos empregados de condomínios a ocorrer no próximo mês de outubro e que impactará diretamente nas contas condominiais, agora lemos nos jornais que poderoso lobby multi-sindical, está para obter junto aos nossos dignos representantes políticos em Brasília, a aprovação de medidas que visam a proporcionar (na opinião deles) o aumento no número de vagas de empregos no mercado de trabalho. Dentre as medidas com grandes chances de aprovação, está a diminuição da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, e o aumento do percentual incidente no cálculo das horas extras, de 50% para 75%. Se aprovadas, essas duas medidas impactarão fortemente sobre os custos, principalmente naqueles condomínios que ora estão sem controle efetivo de suas administradoras, e estão pagando horas extras para os seus empregados. É claro que os dirigentes sindicais devem também ser condôminos mortais como nós e, sendo assim, estariam, aparentemente, dando um tiro no próprio pé. Acontece que a redução da jornada de trabalho obrigará os condomínios a pagar ainda mais horas extras, ou a contratarem mais empregados para eliminá-las. Assim, quanto mais empregados, maior será a arrecadação dos sindicatos, não sujeita a qualquer tipo de auditoria externa, elevando, consequentemente, os ganhos desses dirigentes sindicais “n” vezes acima do aumento da taxa condominial. Os síndicos devem estar atentos para essas reais ameaças ao aumento dos custos, e fazer uma avaliação das alternativas disponíveis para minimizar seu impacto no condomínio. Uma medida a ser aplicada imediatamente, é a de se eliminar as horas extras, quer re-escalonando as jornadas de trabalho, quer adequando o número de empregados à real necessidade. Ou, então, adotar medida radical, simplesmente eliminando os empregados de vez através da terceirização dos serviços. O condomínio deixa de ser empregador, elimina a folha de pagamento, horas extra, inúmeros programas tipo PCMSO, PPRA e vale transporte, cesta básica, uniformes, etc. Existem empresas de terceirização sérias e sólidas, que financiam o custo com indenizações a juros bancários, e as prestações são pagas com a própria economia obtida com a terceirização. Você se surpreenderá com a simplicidade da maneira como a implantação é feita, e sentirá enorme alívio ao constatar que até o 13º deste ano ainda pode ser eliminado com sua inclusão nas indenizações financiadas dos empregados.

Etore A. Fuzetti
etore@replace.com.br

imprimir | voltar  

 
A Empresa | Serviços | Terceirização | Perguntas Freqüentes | Dicas de Segurança | Replace na mídia | Links | Fale Conosco
Copyright ©2008 - REPLACE – Prestadora de Serviços Terceirizados em Condomínios Ltda. Tel/Fax: 3791-4125 - Desenvolvido por DGroup.